BRINQUEDO ASSASSINO (1988)

Brinquedo Assassino ​|​ ​Child’s Play​ ​|​ ​dir.​ ​Tom Holland ​|​ ​EUA ​|​ ​★​★

Brinquedo Assassino Poster

Após a minha maratona de filmes protagonizados por Freddy Krueger e Jason Voorhees, chegou agora a vez de ver todos os filmes do universo Chucky, a começar por este Brinquedo Assassino. Quem tem mais ou menos a mesma faixa de idade que a minha sabe o que é se assustar com o boneco ruivo que usa aquele macacão jeans. O mais curioso é que eu lembrava muito mais do início da história do que propriamente do restante, que é um grande festival de furos que só comprometem a mínima seriedade do troço. Ou seja, querendo ou não, Brinquedo Assassino está muito mais ligado a uma comédia do que qualquer outra coisa, tanto é que assim se assumiu após o terceiro longa, sem deixar, é claro, a matança de lado. Dirigido por Tom Holland (“A Hora do Espanto”, “Ambição Fatal”), aqui é explicado a origem de Chucky, que na verdade é o exemplar de um boneco comum – sonho de consumo da criançada -, que, após uma perseguição policial, recebe a transmissão da alma do assaltante Charles Lee Ray (Brad Dourif), que tinha esse tipo de conhecimento sabe se lá por qual razão. O boneco incorporado acaba na casa da mãe solteira Karen Barclay (Catherine Hicks), que presenteia o seu filho Mike Norris (Chris Sarandon) com o agora Chucky. Não vou nem falar na série de impropérios que surgem ao longo da história, porque é nítido que não é algo para ser levado a cabo, senão parte da graça se esvairia. Aparentemente essa minha “leveza” só foi entendida muito tempo depois, já que na época do seu lançamento Brinquedo Assassino teve que enfrentar uma série de protestos por conta do seu conteúdo que poderia “influenciar” a violência entre as crianças. A pressão foi tamanha que a MGM, junto com a United Artists (ambas eram as produtoras do filme) se decepcionaram, deixando as continuações sob a responsabilidade da Universal. Trash total.

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Resumo
Data
Título
Brinquedo Assassino
Avaliação
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