EM RITMO DE FUGA (2017)

Em Ritmo de Fuga | Baby Driver | dir. Edgar Wright | EUA | 2017 | ★★★★

Em Ritmo de Fuga PosterQuando terminei de ver Em Ritmo de Fuga, eu não sabia ao certo se havia gostado “muito” ou “razoavelmente”. Isso é uma coisa que acontece vez ou outra comigo. Ruim, o filme definitivamente não é. E nem digo isso por conta das variadas indicações de amigos que viram e ficaram impressionados com o novo trabalho do diretor inglês Edgar Wright, que alguns devem conhecer por “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) ou “Scott Pilgrim Contra o Mundo” (2010). Ele também assina o roteiro, que traz a história bem convencional de um motorista chamado Baby (Ansel Elgort, de “A Culpa é das Estrelas”), que tem um domínio ímpar no volante e se tornou especialista em assaltos agenciados pelo perigoso Doc (Kevin Spacey). Querendo pagar a dívida que tem com o mafioso e ter uma nova vida com Debora (Lily James), Baby aceita fazer um último trabalho em companhia de outros criminosos (interpretados por Jonn Hamm, Elza González e Jamie Foxx). Um detalhe curioso é que o herói em questão está sempre com fones de ouvido para evitar um zumbido crônico causado por um acidente sofrido na infância. E as músicas que ele ouve no iPod acaba ganhando grande relevância ao longo de Em Ritmo de Fuga. Para os que estão interessados no filme pelas cenas de ação, realmente não dá para reclamar. Tudo é feito com grande magnitude, e fiquei chocado ao saber que, segundo Wright, não há CGI nessas sequências. Ou seja, foi tudo filmado na raça mesmo. Digerindo melhor, devo confessar que Em Ritmo de Fuga é de fato um filme muito bom. O que talvez me pegue é o fato de quase cair na armadilha da repetição (são muitas músicas cool, muita testosterona, muita velocidade). Por outro lado, não dá para descreditar algo que está proposto a ser feito. Se era pra ser divertido, o filme cumpre muito bem o seu papel.

Resumo
Data
Título
Em Ritmo de Fuga
Avaliação
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