IRMÃS (2015)

Irmãs | Sisters | dir. Jason Moore | EUA | ★★★

Irmâs Poster

Infelizmente, o tempo corrido do dia-a-dia me impede de fazer textos mais bem detalhados sobre tudo o que vejo, porém não posso deixar de comentar – nem que seja rapidamente – sobre algo que assisti despretensiosamente na minha rotina. Ontem eu conferi “Irmãs”, que marca mais uma colaboração entre as BFF’s Tina Fey e Amy Poehler (já haviam sido protagonistas do pouco conhecido “Uma Mãe Para o Meu Bebê”, de 2008). A amizade entre as duas é muito marcada pelos anos de parceria no programa popular “Saturday Night Live”. O próprio filme é uma reunião dos comediantes que trabalharam lá. Até a roteirista Paula Pell também é remanescente. O diretor Jason Moore estreou há bem pouco tempo com a comédia musical “A Escolha Perfeita” (2012). Na história, Fey e Poehler interpretam duas irmãs que não aceitam o fato dos pais (Dianne Wiest e James Brolin) estarem vendendo a casa em que cresceram. Apesar de suas diferenças (Poehler é a contida e Fey é a descompensada irresponsável), elas decidem fazer uma festa homérica para se despedir do lugar, nem imaginando que tudo pode sair do controle. O argumento de filhos tentando atrapalhar a venda da propriedade dos pais não é nenhuma novidade. Lembrei bastante do nem tão velho “Quase Irmãos” (2008) com Will Ferrel e John C. Reilly. Isso sem contar em tudo o que envolve uma festa “de arromba” (o diferencial aqui é a faixa etária dos participantes). Não vou negar que eu ri muito em diversos momentos de “Irmãs”. A comédia escrachada e de certo modo engajador de um texto feminino possibilita um frescor nesse tipo de obra, acumulando uma boa agilidade graças à química das atrizes principais. Claro que não dá para ser levado a sério (quando tenta é um fiasco). Indicado principalmente para quem gosta das comediantes.

Resumo
Data
Título
Irmãs
Avaliação
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