O INCRÍVEL HULK (2008)

O Incrível Hulk | The Incredible Hulk | dir. Louis Leterrier | EUA | ★★

O Incrível Hulk Poster

Eu não fazia muita ideia sobre esse “O Incrível Hulk”, apesar de saber que não tinha exatamente nada a ver com “Hulk”, de 2003. Essa versão mais “atual” foi dirigida pelo cineasta francês Louis Leterrier (“Carga Explosiva”, “Cão de Briga”). E o resultado? Bem… eu espero que não pensem que estou pegando no pé da Marvel, mas eu não gostei não. A introdução seria uma ótima oportunidade de dar mais tenacidade ao drama de Bruce Benner (Edward Norton), acadêmico que testa em si mesmo uma solução que em tese ajudaria as Forças Armadas dos EUA e acaba sendo contaminado pela radiação Gama. Tal experimento faz com que ele se transforme num monstro verde que conhecemos e machuque sem querer a sua namorada, Betty Ross (Liv Tyler). Anos depois, Bruce está escondido na Favela da Rocinha, Rio de Janeiro, e por ironia do destino é descoberto pelo General Ross (William Hurt), pai de Betty e o maior interessado em descobrir e paradeiro de Bruce. É então enviado Emil Blonsky (Tim Roth) para trazer Bruce de volta. “O Incrível Hulk” tem uns saltos no tempo meio bizarros e é pessimamente bem conduzido em boa parte do tempo. É claro que tem as suas qualidades aqui e acolá. Gosto da escalação de Edward Norton, apesar de ser algo até mesmo surpreendente, visto o seu corpo franzino e que vai na contramão dos brutamontes que vemos por aí como protagonistas desse tipo de filme. Porém, tudo isso se empalidece diante de uma trama frouxa, que não escapa da previsibilidade diante de um vilão muito do cartunesco (não esperava essa de William Hurt!). E não vou nem comentar do CGI porque daí seria apelar demais. Enquanto filme, “O Incrível Hulk”, já me arrisco em dizer que é descaradamente o mais inexpressivo da série.

Resumo
Data
Título
O Incrível Hulk
Avaliação
21star1stargraygraygray

Comentários (via Facebook)

comments

Um comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.