PÂNICO 2 (1997)

Pânico 2 | Scream 2 | dir. Wes Craven | EUA | ★★★

Pânico 2 Poster

Dando continuidade à maratona Ghostface feita lá em casa, chegou a vez de “Pânico 2“, sequência encomendada quase que imediatamente após o sucesso do antecessor “Pânico” (1996). As regras para uma continuação também são apresentadas ao longo do filme.  O diretor Wes Craven, mais uma vez em companhia do roteirista Kevin Williamson, sabia o que estava fazendo. Depois dos crimes ocorridos em Woodsboro, a repórter Gale Weathers (Courteney Cox) lançou o livro narrando tudo o que sabe sobre o assassino mascarado que aterrorizou a vida da jovem Sidney (Neve Campbell). O livro virou best seller e ganhou até uma adaptação para os cinemas. Numa exibição de estreia que mais parecia estar sendo exibida em uma das salas multiplex do Shopping Campo Limpo (tamanha era a gritaria), um casal de namorados é esfaqueado ali mesmo. As notícias chegam até a universidade em que Sidney atualmente estuda teatro. É questão de tempo para que seus novos amigos e namorado (Jerry O’Connell) passam a se tornar vítimas mortais ou suspeitos pelo crime, enquanto o antigo acusado de matar sua mãe, Cotton (Liev Schreiber), resolve se aproximar. Uma das coisas mais gratificantes em “Pânico 2” é saber que ele é filho de seu tempo. Cici, a personagem interpretando pela (na época) onipresente Sarah Sarah Michelle Gellar (“Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”) tem que lidar com um telefone sem fio que perde o sinal quando ela mais precisa. Nos dias de hoje, um aparelho celular resolveria o problema. Naquele tempo, isso não seria possível. Sem contar a quantidade de referências que continuam dando a impressão de estarmos diante de um filme feito por – e para – fãs de cinema. É visto até mesmo uma discussão sobre sequências que se tornaram melhores do que os originais, sendo citados exemplos como “O Poderoso Chefão II” (1974) e “Aliens, O Resgate” (1986). A revelação da identidade do assassino e as suas motivações podem pesar a mão na “forçação” de barra, empalidecendo as chances de “Pânico 2” ser levado um pouquinho a sério. Resta considerá-lo divertido e engraçado na medida.

Filmes Relacionados:

Pânico (1996)
Pânico 3 (2000)
Pânico 4 (2011)

Resumo
Data
Título
Pânico 2
Avaliação
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