NACHO LIBRE (2006)

Nacho Libre ​|​ ​dir.​ Jared Hess ​|​ ​EUA​ ​|​ ​★★

Nacho Libre Poster

Eu nunca havia assistido a este Nacho Libre antes, e já fui logo avisando ao namorado que a possibilidade de o filme ser uma bomba era real, mas, no entanto, por ser estrelado por Jack Black, eu iria dar algumas risadas por mais medonhas que as cenas fossem. Dito e feito. Nacho Libre é não só ruim, é estranho, desses que parecem querem tirar comédia de personagens de poucas palavras, investindo num humor físico que, acredito eu, é mais juvenil do que qualquer outra coisa. O filme também reservava uma boa expectativa quando lançado por ser o segundo trabalho do diretor Jared Hess, que havia estreado com o cult “Napoleon Dynamite” (2004). A história é levemente baseada na figura de Fray Tormenta, um padre mexicano que se tornou um atleta de luta livre na década de 70 para arrecadar dinheiro à sua paróquia. Aqui o protagonista não é pároco, mas o cozinheiro de um orfanato dentro de um monastério na América Central. Nacho (Black) cresceu ali mesmo, e sempre sonhou ser um respeitado “luchador”, que é o praticante de uma luta livre muito popular naquela região. Junto com o ladrão Esqueleto (Héctor Jiménez), Nacho inicia a sua vida dupla como lutador capenga e missão religiosa em amor às crianças e Irmã Encarnación (Ana de la Reguera), a freira que acaba de chegar ao monastério para dar aula. Jack Black não precisa fazer muito para garantir as minhas risadas. Basta realizar as suas gags que já são repetidas ad nausem no cinema. As poucas exceções que consigo me recordar é as presenças dele em “Margot e o Casamento” (2007) e “Bernie – Quase um Anjo” (2011). Porém, em Nacho Libre, Black está livre para cantar, fazer piadas envolvendo coisas jogadas na cara e ficar de collant. É engraçado? Para mim sim. Mas não compre a ideia de que o filme seja bom.

Resumo
Data
Título
Nacho Libre
Avaliação
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